Ecossistemas auxiliam empreendedores na Crise

 

Como toda crise, a atual recessão econômica brasileira criou oportunidades: uma das mais promissoras são os ecossistemas empreendedores, que reúnem empresas em diferentes graus de maturação com o objetivo de fortalecer todo o conjunto.
Um dos exemplos mais pulsantes é o Grupo Epic, fundado em 2014 e atualmente com mais de 40 empreendedores participantes. O Grupo Epic é voltado para o mercado de cultura pop, com foco em produção transmídia para a geração Y, e abrange todo o país.

“O objetivo de um ecossistema empreendedor é possibilitar a troca de produtos, serviços, experiências e contatos entre empresas, de forma a complementar as competências de cada um. O conceito de ecossistema é muito antigo, mas os mercados foram abrindo mão deste perfil colaborativo ao longo dos séculos. Nos momentos de crise, essa necessidade fica evidente, mas mesmo num cenário positivo, a economia colaborativa fortalece e impulsiona as empresas que oferecem um diferencial e entregam valor a seus clientes”,
explica Luiz Guilherme Guedes, fundador e líder do Grupo.

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Um dos exemplos de como o ecossistema empreendedor funciona na prática é a trilogia Brasiliana Steampunk. Em 2014, o autor Enéias Tavares lançou o livro “A Lição de Anatomia do Temível Dr. Louison”, primeiro livro da série, publicado pelo selo Fantasy. A história reinterpreta alguns dos grandes heróis da literatura brasileira, como Bento Alves (de “O Ateneu”), Simão Bacamarte (de “O Alienista”) e Rita Baiana (de “O Cortiço”), reunindo-os em um cenário retrofuturista.

O título se tornou um sucesso e, a partir dele, outros membros do Grupo Epic tiveram a ideia de criar, em conjunto com o autor, diversos conteúdos relacionados, como bustos dos personagens, camisas, um baralho com heróis e cenários da história, vídeos, capítulos extras, desenhos que remetem a pinturas de cenas, entre outros.

Agora, o Grupo Epic está lançando o Suplemento Educacional Brasiliana Steampunk, um material transmídia voltado para estudantes do Ensino Médio. O objetivo é ensinar literatura nacional de um jeito muito mais interessante e dinâmico.

“Em um ecossistema empreendedor, todos se sentem fazendo parte dos projetos das empresas do grupo. Quando alguém traz uma ideia nova, os membros se mobilizam para colaborar com o que cada um sabe fazer. A partir daí, o projeto cresce e se amplia. Isso acontece de maneira natural e gera um ciclo virtuoso em que todos ganham”,
afirma Guedes.

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Outros ecossistemas:

Guedes também coordena os ecossistemas empreendedores do Instituto Ibmec e o Onda Empreendedora Niterói, ambos criados em 2015, e já trabalha no desenvolvimento de um novo grupo na Barra da Tijuca.

Para trazer vantagens a todos os envolvidos, um ecossistema precisa ter uma segmentação consistente, uma divisão clara de responsabilidades e sistemas que avaliem constantemente o empenho de cada membro no grupo.

“Uma startup que integra o Grupo Epic, ao se apresentar a um cliente, traz uma bagagem imensa de projetos realizados e serviços complementares. É uma chancela e, ao mesmo tempo, uma forma de aprimorar o trabalho com a troca de experiências”,
conclui Guedes.

Rio de Janeiro, 19/10/2016 
Por: Anna Luisa Carvalho, 
prioritecomunicacao.com.br
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