O que é Transmídia?

A TRANSMÍDIA consistem em utilizar várias mídias de forma complementar, para enriquecer a apresentação de um assunto, de forma que cada mídia extenda o conteúdo de forma diferente, porém complementar, aumentando assim o entendimento, e interesse, do consumidor final.

Difere do conceito de MULTIMÍDIA, pois neste, sáo usados vários meios para divulgar um assunto, podendo ser esta divulgação simplesmente uma “cópia”, alterada para o formato específico da mídia utilizada. Neste caso o conceito é mais comumente chamado de CROSSMIDIA.

Casos de TRANSMÍDIA podem ser verificados no Universo Marvel, Star Wars ou ainda Matrix e na série LOST.

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Como elaborar o planejamento de Vendas

Toda organização precisa ser conduzida através de planejamentos elaborados pelas equipes dos seus diversos setores. Nesta linha, a mais complexa atividade da área comercial é sem dúvida nenhuma a realização do Planejamento de Vendas. É ele que irá traduzir na prática o direcionamento estratégico que uma empresa irá tomar em relação ao seu mercado, produtos e a forma de atuar.

O Guia de Como Elaborar o Planejamento de Vendas

Através deste artigo, vamos mostrar detalhadamente para você como criar o seu Planejamento de Vendas. Ele é um documento vivo, que pode e deve ser alterado conforme as necessidades específicas de cada negócio.

O importante é que você invista a quantidade de tempo adequada para preparar o plano de vendas que seja um efetivo roteiro para o sucesso comercial da sua empresa. Como importante complemento ao nosso material, utilize também os recursos dos links para onze ferramentas de trabalho. Elas irão dar um tratamento bastante profissional à elaboração do seu plano.

Ferramentas para Elaboração do Plano de Vendas

11 Dicas de Ferramentas para Elaboração do Planejamento de Vendas

1 – 5 Forças Competitivas: Uma empresa precisa ter definida sua estratégia de competição, ou seja, precisa analisar suas 5 forças competitivas.

2 – Modelagem de Negócios: Conheça os princípios básicos da metodologia para modelagem de negócios contidos no livro Business Model Generation.

3 – Matriz BCG: A Matriz BCG é um modelo para a análise do portfólio de produtos, baseado no conceito do ciclo de vida do produto.

4 – Curva ABC: A Curva ABC é uma poderosa ferramenta para a gestão de clientes. Monitore o volume de vendas e a lucratividade dos seus clientes estratégicos.

5 – Inteligência Competitiva: A Inteligência Competitiva pode ser decisiva para o Planejamento de Vendas em ambientes de negócios mutantes.

6 – Big Data: Aprenda porque o Big Data possibilita a analise de um volume inédito de dados.

7 – Análise SWOT: A Análise SWOT é uma ferramenta de gestão muito utilizada pelas empresas para o diagnóstico estratégico.

8 – Ciclo de Vida do Produto: Conheça as 4 etapas do Ciclo de Vida do Produto.

9 – Ciclo de Adoção dos Produtos: O Ciclo de Adoção dos Produtos explica por que uma campanha tem resposta entusiasmada de alguns consumidores e frias de outros.

10 – Missão, Visão, Valores, Objetivos e Metas: Veja a diferença entre Missão, Visão, Valores, Objetivos e Metas.

11 – Custo de Aquisição do Cliente: Muitas empresas alegam ter dificuldade para identificar o Custo de Aquisição do Cliente. Aprenda como fazê-lo.

Etapas do Planejamento de Vendas

O Planejamento de Vendas é composto por duas etapas: Etapa do Planejamento Estratégico e Etapa do Planejamento Operacional. Antes de começarmos a trabalhar nelas, sugerimos que você avalie cuidadosamente quais são os elementos das duas etapas que atendem as características da sua empresa. Para esta avaliação, nós aconselhamos o agendamento de um encontro de trabalho, preferencialmente fora do ambiente da sua empresa, com todas as pessoas que estarão envolvidas na elaboração do seu Planejamento de Vendas. Devem participar a equipe de gestão de vendas, bem como os responsáveis pela área de marketing. Convide também profissionais de outras áreas para participar destas discussões, como o departamento de TI, recursos humanos e finanças.

Se você está começando do zero, estabeleça metas razoáveis. Um Planejamento de Vendas totalmente desenvolvido pode levar um tempo considerável para ser preparado e a melhor opção deve ser a de uma abordagem gradativa. O próprio ato de planejamento vai trazer à consciência os fatores críticos de sucesso em torno do qual você vai querer construir a sua estratégia.

Com a evolução desta estratégia, o processo de Planejamento de Vendas anual envolverá gradualmente o refinamento do plano já existente. Este refinamento será baseado no que deu certo no ano passado, o que não funcionou, e quais os novos desafios que precisarão ser abordados. Aqui reside um dos aspectos mais valiosos da realização de um Planejamento de Vendas regular: ele permite o refinamento da sua “máquina de vendas” ao longo do tempo.

Gostaríamos muito de ouvir dos leitores que elementos adicionais poderiam ser incluídos no nosso guia para a elaboração do Planejamento de Vendas. Por favor, deixem suas sugestões através do nosso formulário de contato, que pode ser acessado pelo nosso menu principal.

Elaborando o Plano de Vendas

Etapa Estratégica na Elaboração do Planejamento de Vendas

Basicamente, o objetivo de qualquer plano de vendas é que a empresa venda mais. Para isso, é preciso que algumas definições sejam realizadas nesta etapa:

1. Definir o produto ou serviço: O quê vender? Para quem? Onde?

2. Definir os principais objetivos: Vender em novas praças? Conquistar grandes clientes? Vender um produto novo? Aumentar a receita por cliente? Cuidado para não fixar objetivos em excesso e irreais. Escolha no máximo dois, que sejam viáveis e estratégicos. Se estiver em dúvida, defina apenas um deles.

3. Definir o período: Ganhar X grandes clientes no Sul do país até o fim do ano.

4. Definir as forças e fraquezas: Analise então cada um dos aspectos fundamentais que impactam na venda do seu produto ou serviço. Quais são os pontos fortes e fracos em qualidade, preço, pós-venda, etc. Faça uma lista das ações que permitam aproveitar melhor os pontos fortes e diminuir os fracos. Sabendo aonde você quer chegar e com uma visão realista das forças e fraquezas da sua empresa, você poderá construir um Planejamento de Vendas efetivo: O nosso objetivo é atingir o local “X”, num tempo “Y”, fazendo “ISSO” para aproveitar os pontos fortes e “AQUILO” para minimizar os fracos.

Nunca esquecer que durante a execução do plano poderá ser necessário a realização de ajustes para o sucesso do plano de vendas estabelecido.

Detalhamento das Atividades da Etapa Estratégica do Planejamento de Vendas

  • Definição do Público-alvo
    Quais são as características comuns que definem os prospects propensos a comprar?
    Quais são os perfis dos decisores?
    Quais são as características comuns dos que não são prospects (clientes que não devemos perseguir)?
  • Ciclo de Compras e Ciclo de Vendas
    Quais são os elementos-chave do ciclo de compras (quais são as ações que um prospect deve tomar a fim de executar uma comprar)?
    Como devemos conduzir os prospects durante o ciclo de compras?
    Quais são os elementos-chave do ciclo de vendas (quais são as ações que um profissional de vendas deve tomar para executar uma venda)?
    Qual a quantidade de cada uma dessas ações são necessárias para se atingir as metas de vendas?
  • Estratégia do Mercado
    Como vamos alcançar o nosso público-alvo?
    Como vamos engajar os nossos prospects na negociação?
    Quais são as razões (catalisadores) para que um prospect tenha interesse/motivação em comprar?
  • Barreiras a Serem Superadas
    Quais são as barreiras para o sucesso (a concorrência de outras empresas, ou fatores internos do prospect: decidir não fazer nada, desenvolver solução interna, falta de tempo, etc)?
    Quais são as objeções comuns?
    Como vamos remover objeções no processo de marketing e vendas?
  • Posicionamento Competitivo
    Qual é a definição de concorrência (empresas concorrentes)?
    Prioridades da competição?
    Prazos?
    Outros?
  • Metas de Vendas e Margens
    Quais as metas quantitativas e qualitativas para produtos e serviços devem ser atingidas?
    Receita Bruta: Qual o faturamento total e por produtos e serviços devem ser atingidos?
    Receita Líquida: Quais as margens de lucratividade devem ser respeitadas? ROI?
    Existe qualquer outra possibilidade de receita possível?

Observações sobre a Etapa Estratégica do Planejamento de Vendas

a) Defina o valor do seu produto ou serviço. Identifique os diferenciais e benefícios que o seu produto ou serviço oferece para o seu público alvo. Descubra o valor para múltiplas ofertas. Se a sua empresa oferece uma vasta gama de produtos e serviços, defina o valor específico para cada um deles. Também leve em consideração os planos da sua empresa para a diversificação da sua linha de produtos e para a expansão dos serviços.

b) Analise o seu posicionamento de mercado. Determine o exato nicho para o seu produto ou serviço. Defina o perfil, localização e características do seu público alvo. Ele pode ser uma ferramenta inovadora para resolver um problema comum de um mercado, ou pode ser similar a outros produtos, mas com preço mais acessível.

c) Examine a sua estrutura de preços. Escrever um Planejamento de Vendas pode ser uma boa oportunidade para estabelecer uma estratégia de preços. Pesquise produtos e serviços similares na sua indústria de atuação e defina os preços baseados neste estudo. Os preços devem permitir que a sua empresa se mantenha competitiva e gerando lucros. Se possível, inclua cenários alternativos onde seja considerada a oscilação de custos em decorrência do volume de vendas alcançado.

d) Esboce as suas metas de resultado para o curto e longo prazo. Seja o mais realista possível com o seu forecast. Use o seu histórico como guia, considerando possíveis mudanças no seu mercado que possam reduzir suas receitas, ou criar novas oportunidades no futuro.

e) Identifique novos mercados geográficos para os seus produtos e serviços. Estude a possibilidade de abrir novos escritórios regionais, lojas ou a implementação de uma estruturas de revendedores ou parceiros. O seu Planejamento de Vendas deve mostrar onde toda a sua atividade de vendas irá ocorrer e os custos associados com cada localização.

Planejando Vendas

Etapa Operacional na Elaboração do Planejamento de Vendas

Seu time de vendas está preparado para pôr em prática o planejado? É necessário contratar mais gente? O trabalho demanda um treinamento especial? Deve-se mexer na política de comissões?

Esses questionamentos exemplificam em linhas gerais o caminho a ser percorrido nesta etapa. Agora chegou a hora de detalhar cada uma das atividades que deverão ser executadas para o sucesso do plano.

Detalhamento das Atividades da Etapa Operacional do Planejamento de Vendas

  • Proposição de Valor e Apresentação de Vendas
    Como é que vamos apresentar a nossa proposta de valor?
    O que é único?
    O que é atraente? Por que um prospect deveria comprar agora?
    Como conseguir o ROI projetado? Redução de despesas, aumento de receita, ou ambos?
    Quais são os argumentos e dados que podem endossar nossas ofertas perante os clientes/prospects?
    Precisamos de capacitação (treinamento) para vender?
  • Alinhamento entre Vendas e Marketing
    Qual é a mensagem de marketing?
    Quais são as principais formas de contato que iremos utilizar (e-mail, redes sociais, mensagens de correio de voz, scripts de atendimento automático, a experiência do visitante no site, principais argumentos por telefone, correspondência escrita, links patrocinados, etc)?
    Como os leads serão encontrados e medidos?
    Como e quando os leads são encaminhados do marketing para vendas?
    Quais métricas compartilhadas podem ser estabelecidas para garantir o alinhamento entre vendas e marketing?
    Quais iniciativas devem ser realizadas: Relações Públicas? Desenvolvimento de Negócios? Marketing? Publicidade?
  • Estabelecimento de Metas e Distribuição de Cotas
    Qual é a receita de vendas (meta) da equipe de vendas?
    Quais são as metas individuais?
    Qual é a nova receita projetada para novos clientes?
    Qual é a nova receita projetada para clientes existente?
    Que outros objetivos devem ser estabelecidos? (Exemplos: participação de mercado, oportunidades para desalojar concorrentes, contas estratégicas, etc)
  • Gestão de Pipeline e Previsão
    O que vai ser rastreado no sistema de CRM (Customer Relationship Management – Gestão de Relacionamento com o Cliente)?
    Como vamos distribuir a Carteira de Clientes da Empresa (como lançar os clientes/vendedores)?
    Quais relatórios de gestão são necessários? Como eles vão ser usados para cobrar responsabilidades?
    Como podemos usar o CRM para ajudar os esforços de vendas diários?
    Como são definidas as etapas (fases) da venda e quais são os percentuais de previsão relacionados?
  • Automação de Vendas e Apoio Tecnológico
    Adquirir,substituir ou atualizar o CRM?
    Que soluções de produtividade de vendas que precisaremos além do CRM?
    Como eles vão se integrar com o nosso sistema de CRM?
    Qual é a nossa estratégia móvel?
    Como a automação pode ser usada para melhorar a produtividade por representante?
    Como a automação pode encaixar a estratégia da área de marketing com vendas?
    Como podemos melhorar a gestão, distribuição de acesso à informação e recursos críticos para o processo de vendas?
  • Recrutamento de Talentos
    Qual é a mensagem de marketing para atrair os melhores candidatos?
    Qual é a estratégia para atrair candidato?
    Como será a entrevista dos candidatos e o plano de seleção?
  • Perfil do Profissional de Vendas
    Quais são os cargos, habilidades de vendas, características comportamentais e qualificações/histórico?
    Como podemos tornar a cultura corporativa receptiva a este novo perfil de vendas?
    Quais são as principais responsabilidades? Quais são todas as responsabilidades?
    Quais serão as qualificações dos candidatos?
    Definir são os primeiros objetivos para os candidatos efetivados (90 dias)?
    Especificidades: quais são os territórios de vendas, tipos de relatório de vendas, os requisitos para despesas de viagens ou locomoção, e o processo para reembolso de despesas?
  • Política de Remuneração
    Qual é a política de remuneração fixa?
    Qual é o salário base e seus benefícios?
    Qual é a política de remuneração variável?
    Quais são os incentivos? Recompensas não-financeiras?
    Qual é a política de reembolso de despesas?
  • Treinamento
    Qual é o plano de formação para as novas contratações? Objetivos-chave de aprendizagem?
    Como saberemos que os participantes aprenderam o que lhes foi ensinado? Quais são os nossos pontos de verificação de conhecimento?
    Qual o treinamento contínuo que precisamos fornecer?
  • Reuniões da Equipe
    Qual é a agenda e frequência das reuniões da equipe de vendas?
    Qual é a agenda e frequência para Gerentes de Vendas/Vendedores (reuniões individuais com membros da equipe)?

Observações sobre a Etapa Operacional do Planejamento de Vendas

a) Defina a sua estratégia de propaganda. Websites, impressos, propaganda em televisão e banners são alguns exemplos. Avalie o desempenho de cada estratégia de marketing usada. Para isso, aproveite os históricos existentes na sua empresa. Inclua as opções que foram bem sucedidas no seu novo Planejamento de Vendas.

b) Avalie as atividades do seu time de vendas. Você deverá incluir no seu Planejamento de Vendas as estratégias de vendas que tenham sido comprovadamente efetivas nos anos anteriores. Descreva as estratégias de abordagem de curto e longo prazo que o seu time de vendas irá empregar para fechar as novas negociações.

Fonte:
http://www.planejamentodevendas.com.br/como-elaborar-o-planejamento-de-vendas/

Qual o peso do atendimento no seu negócio?

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Em tempos de crise, muito se fala no processo de falência de vários negócios, sobretudo, os relacionados à área de comércio. É fato que a “maré não está para peixe”, mas a reflexão de hoje, sem fazer juízo de valor sobre a atual situação, é: já pensou que sua empresa é um reflexo da sua postura diante dos negócios? Como você se relaciona com seus colaboradores, direta e indiretamente? Qual a importância que você confere aos seus clientes internos e externos? Qual o peso que você dá ao atendimento dentro do seu negócio?

Basicamente, boa parte do que se fala ou lê pode parecer, vamos dizer assim, “chover no molhado”, usando uma expressão popular. Mas, a realidade é que muito se sabe e pouco se aplica! Então, é preciso sempre buscar reflexões como essas no seu dia a dia com o objetivo de promover uma evolução, tendo sempre como principal questionamento: o que posso aprimorar no meu negócio hoje de forma a atrair mais clientes e fidelizar os já conquistados?

A resposta principal, sem sombra de dúvida, é: invista no atendimento e, principalmente, na qualidade da mão de obra empregada! De nada adianta uma frente de loja supermoderna se o seu cliente não sai dela com uma sensação positiva de ter sido atendido em todos os seus anseios. E você não imagina o prejuízo que isso pode causar ao seu negócio! E, muitas vezes, só se dá conta quando o movimento vai caindo inexoravelmente e, neste caso, alguns empresários preferem atribuir à crise. Mas, você já parou para aferir há quantas anda a satisfação do seu cliente interno e externo?

Um relatório divulgado no ano passado pelo SAC da Microsoft revelou que as experiências negativas com atendimento são o principal motivo que 62% dos clientes deixam de comprar ou usar produtos ou serviços de uma empresa. Nos dias atuais, é comum observar que muitos empresários investem em melhorias na infraestrutura de seu negócio ou abrem novas lojas, cada vez mais modernas e sofisticadas. Porém, não se preocupam em treinar corretamente seus colaboradores de forma que eles sejam o cartão de visitas do seu negócio.

Então, que tal olhar o seu colaborador como ele é de fato? Um cliente interno. Antigamente, falava-se muito em vestir a camisa… Devemos ir mais além. É preciso que o colaborador, sobretudo, aquele que está à frente do atendimento do seu negócio, se sinta parte de um todo. Mas, como fazer isso? Existe apenas uma coisa na vida das pessoas que funciona como um verdadeiro agente motivador, que é a valorização do trabalho. É claro que o fator financeiro é outro aspecto preponderante, mas as pessoas, de um modo geral, carecem de reconhecimento.

Muitas empresas, percebendo o valor dessa iniciativa, conferem prêmios a seus colaboradores, que vão de viagens a valores em dinheiro. Outras ainda proporcionam aos seus melhores funcionários a chance de concretizar um projeto de sua autoria. E está comprovado que, ao adotar essa postura, olhando com mais apuro para o seu cliente interno, dificilmente o perderá para a concorrência. Além de cativá-lo com esses e outros benefícios, é preciso investir sobremaneira em treinamento.

Seu colaborador tem que saber como envolver o cliente, como atendê-lo em sua expectativa, mas tudo isso de maneira natural e de forma subliminar. Algumas técnicas de “raport” (trazer de volta), criando uma relação de empatia, confiança e harmonia, são essenciais nesse processo. Uma definição mais precisa do que o “rapport” representa na venda é dada por Anthony Robbins. Ele diz que é “a capacidade de entrar no mundo de alguém, fazendo-o sentir que você o entende e que vocês têm um forte laço em comum”. Ao estabelecer essa comunicação bem-sucedida é possível evoluir em qualquer conversação.

Mas, tudo isso é apenas uma “pincelada” sobre a importância do atendimento no seu negócio. Trata-se de um alerta para que você repense a empresa como um todo e não apenas em questões ligadas à infraestrutura. Afinal, todos conhecem a máxima de que “um cliente bem atendido fala para duas a três pessoas, enquanto um mal atendido fala para mais de 10”. O guru do marketing, Philip Kotler, complementa, dizendo ainda: “as 10 pessoas para quem o insatisfeito falou ainda falam para mais cinco outras pessoas”. Ou seja, funciona como uma reação em cadeia e, o que é pior, talvez você nunca saiba!

Então, não espere que um dia aconteça do seu cliente sumir do seu negócio. Monitore resultados; observe a evolução do seu colaborador, chame para uma conversa franca, caso perceba alguma ineficiência da parte dele; procure fazer algumas pesquisas de satisfação do seu cliente, e, acima de tudo, desenvolva a sua sensibilidade para perceber os “pontos fracos” do seu negócio. Não coloque tudo que acontece de ruim à empresa na conta da “crise”. Pense que sua empresa é o espelho dos seus pensamentos e ações.

Esteja sempre preparado para o sucesso; com muito trabalho, persistência, conhecimento e realizações! Carpe Diem.

Por: Verônica M. de Oliveira - Jornalista
www.linkedin.com/in/veronicadeoliveira

Sem fronteiras no marketing digital – o céu é o limite!

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Ao falar sobre o marketing digital é preciso destacar quatro vértices relevantes que definem bem o valor dessa atividade. Essas ações passam pelo fortalecimento da marca, tornando-a mais visível; divulgação e comercialização de produtos e serviços; conquista e fidelização de clientes, através da informação, e serviços de atendimento ao cliente, com melhoria da rede de relacionamento. Seu investimento em marketing digital deve partir do princípio de que é preciso, primordialmente, disseminar valores e ideais, vendendo produtos e serviços. O que você deseja transmitir ao seu interlocutor? A construção da imagem, ou melhor, da “persona”, utilizando o jargão técnico, passa pela forma como a empresa ou a pessoa se comunica com o seu público.

Partindo dessa premissa, é primordialmente necessário que a mensagem a ser transmitida seja clara, transparente e fidedigna.  Para isso, é preciso estabelecer alguns princípios, que são uma forma direta de comunicação, que deve ser personalizada e inserida no momento certo e com o conteúdo correto. O objetivo do marketing digital, cada vez mais em voga nos dias atuais, sobretudo pela questão de custo, é atrair novos negócios e/ou buscar visibilidade de uma pessoa ou marca. Ao estabelecer essa função do marketing digital é preciso ter em mente que é preciso sim, criar relacionamento e construir a identidade de uma marca.

Tudo isso de modo online, adotando algumas estratégias de Inbound Marketing, que envolve SEO, Marketing de Conteúdo e Redes Sociais. Entre as vantagens do marketing digital, importante destacar a questão das métricas, que permitem mensurar o alcance da campanha adotada pela empresa, ou seja, é possível saber ao certo quantas pessoas ou empresas atingidas e qual o perfil das mesmas; a agilidade; o alcance, com ferramentas que propiciam vislumbrar as áreas a serem englobadas; a segmentação (tipo de público), e a interatividade (você pode ter o feed-back do seu público). Essa comunicação pode ser B2B ou B2C. O que quer dizer isso? Ela pode ser de empresas que vendem produtos para outras empresas (B2B) ou que vendem produtos ou serviços para o consumidor final (B2C).

Apesar da importância que vem assumindo, ainda existem muitas empresas que não conseguem vislumbrar as potencialidades do marketing digital.  Mas, o mundo hoje é totalmente digital e as pessoas, também. Trata-se de um universo muito amplo que as pessoas e, principalmente, empresas precisam entender e adotar em suas projeções e captações de novos negócios, além da manutenção dos mesmos. Mas, qual a principal diferença do mundo online para o offline? A possibilidade que permite ao profissional de marketing acompanhar de perto a evolução da ação, implementando estratégias e monitorando resultados. Ao contrário do offline, como o meio impresso, seja uma revista, jornal ou qualquer outro meio de comunicação impresso, que, para mudar coordenadas, requer o emprego de maiores custos.

Para começar a falar sobre marketing digital, uma empresa antenada com as linhas mestras dessa ferramenta tem que possuir um site, que funciona, mais ou menos, como a vitrine do seu negócio no mundo online. É importante que ele tenha uma boa navegabilidade, seja interativo e interessante, com conteúdo de valor, mas, acima de tudo, é preciso que seja otimizado para os buscadores (Google, Bing, Yahoo, etc.).  Isso significa dizer que aqueles que navegarem na sua página na Internet terão a chance de entender plenamente qual a razão de existir da sua empresa e, principalmente, vão achá-la facilmente. Além do site, outras ferramentas devem ser atreladas, tais como blog, mídias pagas, redes sociais, e-mail e vídeos, como os encontrados no Youtube. Um dado importante é que o site tem que ser responsivo, ou seja, deve ser navegável também em smartphones e tablets.

Ao longo desse artigo foi dada uma breve pincelada sobre o universo do marketing digital e suas ferramentas disponíveis. Porém, a questão da forma como será direcionada a campanha da sua empresa, os meios a serem escolhidos e a estratégia de conteúdo a ser adotada devem ser discutidas junto a um profissional e especialista no assunto.  Por incrível que pareça, ainda existem pessoas ou empresas que acreditam que podem delegar essa tarefa a uma “pessoa entendida no assunto”. Ledo engano!

É preciso que as pessoas entendam que no mundo dos negócios não cabe mais espaço para o que pode ser chamado de “amadorismo”. É preciso entregar o ofício das coisas a quem entende do assunto. Isso é crucial para que os objetivos sejam alcançados e, principalmente, o sucesso da sua investida no mundo digital seja pleno e de forma eficiente.

Por: Verônica M. de Oliveira - Jornalista
www.linkedin.com/in/veronicadeoliveira