Os 3 passos para transformar aquele ser problemático em um fiel aliado

Trabalhar em equipe, geralmente, é uma tarefa difícil e exaustiva. Lidar com comportamentos diferentes pode trazer uma certa angústia e, até mesmo, um desespero emocional. Em toda equipe nós encontramos aquele cara problemático, entusiasmado demais, preguiçoso, teimoso, esperto e outros perfis bem complicados de se trabalhar. Mesmo assim, nós, gestores, continuamos na busca do equilíbrio perfeito.

No meio daquela salada de desejos, vontades e comportamentos diferentes, podemos encontrar um coleguinha (ou mais) que é o criador da discórdia. Aquela criatura que adora causar problema, coloca todo mundo (ou quase todo mundo) contra o que é pedido, incentiva os outros a fazerem besteira e, por fim e não satisfeito, transforma o seu plano de liderança, que você trabalhou com tanto carinho, em um verdadeiro inferno.

Continuar lendo “Os 3 passos para transformar aquele ser problemático em um fiel aliado”

RH, o fiel da balança na ampliação dos negócios

images

O setor de Recursos Humanos de uma empresa deve ser considerado, mais do que nunca, o coração da mesma, pois lida com dois ativos importantes: o capital e o humano. Embora para alguns pareçam assuntos distintos, uma coisa está intrinsecamente ligada à outra. Pode-se dizer até, se for pensar metaforicamente, que o RH é o rim de uma corporação, responsável por filtrar tudo de bom e ruim no corpo organizacional, garantindo-lhe saúde e longevidade.

Entretanto, é preciso olhar para os Recursos Humanos como um setor estratégico e que requer um processo constante de inovação e não como um “gasto” e um departamento secundário.

Nessa revolução em que o mundo do trabalho está mergulhado, experimentando várias transformações decisivas na forma como as relações empregador-empregado têm se estabelecido, é preciso sim repensar o papel do RH, mais do que nunca.

Com ambientes corporativos cada vez mais enxutos, é necessário que os colaboradores de uma empresa tenham em mente o papel que desempenham dentro da empresa e, sobretudo, que estejam identificados com a cultura da mesma.

Toda essa sinergia tem início com a seleção daqueles que vão integrar o staff da empresa e que devem estar muito afinados e entrosados com as políticas daquela que será o seu “segundo lar”. Atenção especial à taxa de turnover (rotatividade).

O que acontece hoje é que os processos de seleção de colaboradores estão cada vez mais mecânicos e repletos de etapas, porém, nem sempre os objetivos almejados são os definitivamente alcançados.

Em algumas empresas essa etapa é terceirizada, provocando um distanciamento ainda maior dessas metas.  Então, nada de olhar o departamento de Recursos Humanos como um ambiente burocrático e sem grande importância. É preciso sim repensar o seu papel, tornando-o cada vez mais estratégico e integrado a toda dinâmica da empresa.

Esqueça o termo atividade-fim ou atividade-meio de um departamento, pois tudo está integrado, fazendo parte de um todo, e uma coisa depende da outra.

Após a seleção, esses colaboradores deverão ser acompanhados pelos Recursos Humanos de forma que este se certifique de que estejam definitivamente integrados ao ambiente corporativo. Esse gerenciamento do profissional, concedendo-lhe as ferramentas necessárias para que se sinta engajado, motivado e em sintonia com os objetivos da empresa é de inestimável valor.

É justamente essa conduta que proporcionará que haja total sucesso no processo de seleção de um colaborador e o que proporciona redução de turnover, que tanto onera o ambiente corporativo.

O custo da perda de um funcionário é muito maior do que o processo de treinamento do mesmo.

Esse tem sido o “calcanhar de Aquiles” de qualquer corporação, a valorização das pessoas e o engajamento das mesmas com o objetivo de buscar o aumento da competitividade. Inclusive, essa temática foi discutida na 38ª edição do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas – CONARH, em 2012. Naquela época, ou seja, há quatro anos essa já era uma preocupação das grandes corporações. Na ocasião, foi falado também sobre a necessidade de investir em bons líderes, que saibam conduzir os colaboradores dentro do clima organizacional, fazendo-os se sentirem parte do ambiente corporativo.

A adoção de novas tecnologias também é fundamental nesse processo de reformulação do novo departamento de Recursos Humanos.  Ele deve estar incorporado às novas tecnologias e, principalmente, aberto a novas reformulações que vão culminar em mudanças de processos, conceitos e modelos de negócios. Tudo com o objetivo de melhorar a atuação do setor e proporcionar sim uma maior sinergia deste com o ambiente da empresa.

Na realidade, a visão dos Recursos Humanos como um ambiente burocrático ficou no passado e está em uma curva ascendente de importância. E, nessa trajetória, o seu principal desafio será melhorar a performance dos colaboradores da empresa, porém, sem deixar de perder de vista que os mesmos são a “alma da empresa” e, por isso, precisam não somente estar engajados, como motivados e felizes.

Por: Verônica M. de Oliveira - Jornalista
www.linkedin.com/in/veronicadeoliveira

O Líder Y

Todos nós sabemos que mudanças acontecem. Mudanças rápidas em um período muito curto de tempo acontecem. Tão rápidas que faz com que o que você leu ontem já não vale mais hoje e amanhã a nóticia já é outra. Sendo assim, todo mundo tenta aproveitar melhor o tempo se atualizando o tempo todo (menos aquela galera que fica vendo vídeo de gato na internet o dia inteiro). E nesse caminho meio atordoado, todos nós temos um único objetivo em comum (ou pelo menos deveríamos ter): nos tornarmos cada vez melhores.

Continuar lendo “O Líder Y”