Surge a indústria dos “Hackathons”.

Cada vez mais vejo iniciativas de empresas em criar eventos de tecnologia “Hackathons” com o objetivo de aproximar talentos, ideias e soluções que possam evoluir o produto/ serviço que fornecem (AMBEV, IBM, FIESP, Telefonica e entre outras diversas marcas exploraram essa possibilidade e abraçaram de uma maneira coesa) e até ai tudo bem.

Porém, de uns tempos pra cá, vi esse caminho se tornar uma grande oportunidade de exploração de ideias e profissionais, que além de pagar para participar desses eventos, são reféns de regras absurdas que vão desde ceder todos os códigos produzidos sem ônus, até a tomada do direito e exclusividade de 100% ideias ali geradas. Uma verdadeira “cafetinação”.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

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E-commerce e PMEs

Pequenos empreendedores são donos da maioria das lojas on-line no Brasil

REINALDO CHAVES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Os pequenos empreendedores são maioria no comércio on-line brasileiro. Entre as empresas que vendem exclusivamente pela internet, 90% são de menor porte, com faturamento de até R$ 3,6 milhões, de acordo com estudo do Sebrae com a E-commerce Brasil.

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E-commerce: Tendências 2017

E-commerce no Brasil: o panorama do que vem à frente

Que o comércio eletrônico é a melhor ferramenta para desenvolver empreendimentos, é uma verdade que esta a altura do século XXI poucos se atreveriam a duvidar. Basta considerar que, com uma plataforma tecnológica de qualquer formato, é possível chegar a uma audiência massiva.

Flexibilidade, autonomia, redução de custos para implementação e manutenção, ao contrário dos espaços físicos, são pilares deste fenômeno econômico que cresce cada vez mais em todo o mundo, em especial na América Latina.

A área educacional da Nuvem Shop utilizou dados de pesquisas e outros provenientes da própria experiência com o mercado para elaborar o Reporte Anual de Comércio Eletrônico, que destaca claramente o aumento da atividade:

Ainda que pareça estranho, assim como a internet já teve seu momento chave na história, o e-commerce também teve seu marco de fundação: a venda de um CD através do NetMarket em 1994. Mas em 1995 foram Amazon e eBay os que se consagraram na atividade, até se converterem nas multinacionais que são hoje.

Estima-se que nessa época, e por um período de dois anos, foram geradas transações comerciais na soma de 7,2 milhões de dólares. Este foi o primeiro grande impulso para tornar cotidianas as transações online.

Segundo as consultorias Social Time e Selx, atualmente 61% dos internautas buscam produtos online e 80% já realizou compras (veja o infográfico “Os segmentos com maior crescimento anual”.

Info_Segmentos de consumo

Estas cifras confirmam o imenso potencial e valor do e-commerce para a atividade econômica. O panorama mundial é contundente e o Brasil, de acordo com um ranking elaborado pelo E-bit, se encontra no top 10 dos países com maior volume de faturação no e-commerce previsto para 2016: 21,34 bilhões de dólares.

Para o Brasil, o crescimento previsto em 2017 é de 12% e ainda conta com uma estimativa de acréscimo de 10% para o próximo ano.

Falemos de m-commerce
A perspectiva se amplifica ainda mais quando se analisa o consumo mobile. Os usuários de mobile, segundo Comscore, passaram de 400 milhões em 2007 para 1,75 bilhão em 2015 (veja o infográfico “Ranking dos dispositivos de acordo a taxa de conversão”.

Info_Dispositivos mobile

O crescimento mobile ocorreu oito vezes mais rápido que o da internet nos anos 90. Portanto, é fundamental para as companhias, investirem em estratégias totalmente mobile friendly.

Este panorama deixa claro a grande oportunidade que representa o e-commerce e o m-commerce para os empreendedores do Brasil. É evidente que a importância para a economia nacional é cada vez maior: Os pilares do crescimento do e-commerce são a inovação tecnológica, a ampla penetração da internet no mundo e as novas gerações de usuários.

Fonte:
https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/e-commerce-no-brasil-o-panorama-do-que-vem-a-frente/

E-commerce: O que diz o SEBRAE?

O cenário favorece novos negócios. A expectativa é que o setor seja responsável pelo crescimento de 5% ao ano do total de vendas no varejo.

A expectativa de crescimento para o comércio eletrônicopermanece em alta no Brasil. De acordo com levantamento realizado pelo  eMarketer, instituto de pesquisa estadunidense especializado no mercado virtual, o cenário é favorável para quem deseja investir ou expandir os negócios no e-commerce.

O estudo mostrou, por exemplo, que o país é o 10º na lista de maiores vendedores online do mundo e o único representante da América Latina.

Espera-se, ainda, que o e-commerce seja responsável por cerca de 5% do total crescimento anual das vendas (tanto online quanto offline) no Brasil até 2018.

Preferência do consumidor

O eMarketer aponta também a preferência dos consumidores brasileiros no e-commerce: 18% das vendas são de produtos de moda e acessórios, seguidos por produtos de saúde e beleza, que correspondem a 16%. Em terceiro lugar, com 11%, estão os domésticos.

Há ainda telefonia celular e computadores, responsáveis por 7% das vendas (cada um). Os eletrônicos de consumo vêm um pouco abaixo, com 6%. A perspectiva é que esses índices aumentem nos próximos anos.

Os períodos de maiores vendas são os mesmos do mercado tradicional: Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia das Crianças.

Os empresários devem ficar atentos a essas datas comemorativas para organizar suas campanhas e oferecer descontos aos clientes, impulsionando as vendas.

Tendências

O crescimento das vendas online – aliado aos avanços tecnológicas – tem mudado gradativamente o sistema e-commerce, possibilitando que as tendências renovem o mercado.

Uma das principais novidades é a adequação da loja virtual aos dispositivos móveis. A implementação de plataforma adaptada para os smartphones e tablets é imperativa para quem deseja ampliar ou investir no e-commerce.

A atualização no layout da loja virtual é facilitada pelas mudanças nas plataformas de hospedagem, que têm se tornado mais baratas e de fácil operação.

Maior flexibilidade operacional com menor custo é outra novidade que amplia as possibilidades para empreendimentos no comércio eletrônico.

Outra tendência que tem ganhado espaço é o atendimento em tempo real. Muitas lojas virtuais já têm espaço para chats, nos quais o cliente pode tirar dúvidas ou pedir sugestões.

Essa perspectiva da empresa ser mais responsiva também funciona nas redes sociais e aplicativos de compartilhamento de conteúdo.

Fidelização

Facilidade na compra e rapidez na entrega são fatores cruciais para fidelizar o cliente. Pesquisas apontam que o cumprimento do prazo de entrega é o principal ponto que motiva o consumidor a comprar novamente em uma loja virtual.

É importante que a empresa de e-commerce estruture-se de maneira a agilizar todas as etapas do processo de venda, atendendo às expectativas dos compradores. Leia mais.

Além de esclarecer para o cliente sobre quais são as políticas de entrega e de troca de produtos, assim como manter canais de comunicação que atendam rapidamente às demandas dos clientes.

Regulamentação

Em 2013, entrou em vigor o Decreto nº 7.962, que estabeleceu critérios para o e-commerce no Brasil. A regulamentação também definiu normas para o sistema de compras coletivas.

Confira a seguir as principais regras:

  • Identificação completa do fornecedor;
  • Informar o endereço físico da empresa;
  • Oferecer dados claros e precisos, incluindo características do produto, material e preço;
  • Oferecer um resumo detalhado da compra, com valor, forma de pagamento e prazo de entrega;
  • Confirmação da compra no e-mail cadastrado pelo cliente;
  • Manter um sistema de atendimento eletrônico de rápido acesso;
  • Garantir a segurança das informações do cliente;
  • Garantir o direito a troca e devolução do produto, com o estorno do valor pago à agência de crédito.

Acesse a cartilha Aspectos Legais do E-commerce, produzida pelo Sebrae, e veja mais detalhes sobre a regulamentação para o comércio virtual.

Confira dicas e conselhos no Portal E-commerce Brasil.

Saiba mais

Fonte:

http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/fique-por-dentro-das-perspectivas-e-tendencias-para-o-e-commerce,05086a2bd9ded410VgnVCM1000003b74010aRCRD

O e-commerce em 2016

Ebit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, apresentou no 34º WebShoppers, o principal relatório sobre o setor no Brasil.

Nesta edição, o estudo informa que no primeiro semestre de 2016 as vendas pela Internet alcançaram um faturamento de R$ 19,6 bilhões, o que representa um crescimento nominal de 5,2% na comparação com o mesmo período no ano passado.

Diversos são os fatores que influenciaram este crescimento do volume financeiro movimentado pelos sites de comércio eletrônico. Entre eles estão:

  • Aumento de 7% no valor do tíquete médio, ficando em R$ 403,46, crescimento puxado pela alta de preços registrada pelo Índice FIPE/Buscapé;
  • Maior participação das classes AB;
  • Manutenção das vendas de categorias de produtos de maior valor, como “Eletrodomésticos” e “Telefonia/Celulares”.

Ainda podemos acrescentar a esse resultado outros motivos que colaboraram.  O aumento de 31% em consumidores virtuais ativos, aqueles que realizaram pelo menos uma compra no período, chegando a 23,1 milhões. E o forte crescimento das vendas via dispositivos móveis, que tiveram 18,8% em participação média no semestre e, em junho, representaram 23%.

“Todos esses fatores somados tiveram influência para que o faturamento registrasse um índice positivo, mesmo com um cenário de retração do varejo como um todo no atual momento do País. Mas as vantagens que a compra online oferece também são motivo de atração aos consumidores que desejam fazer uma compra mais qualificada pagando menos”, avalia o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

No entanto, com o aumento do desemprego e enfraquecimento das compras feitas pela classe C, houve queda de 2% no volume de pedidos na comparação com o ano anterior. No total, foram contabilizados 48,5 milhões de encomendas virtuais. Por outro lado, a renda média familiar dos consumidores online aumentou em 11%, alcançando R$ 5.174.

Neste semestre verificou-se uma mudança no comportamento dos consumidores em relação à preferência dos produtos adquiridos. A categoria “Livros, Assinaturas e Apostilas” (14%) assumiu a liderança em volume de pedidos, seguida por “Eletrodomésticos” (13%), “Moda e Acessórios” (12%, que estava à frente desde a primeira metade de 2013), “Cosméticos e Perfumaria /Cuidados Pessoais/Saúde” (12%) e “Telefonia/Celulares” (9%), nesta ordem.

categorias mais vendidas em volume de pedidos ebit webshoppers

“Apesar de um começo de ano com menor ritmo nas vendas, a Ebit registrou uma melhora na confiança do consumidor, o que garantiu uma retomada das transações nos últimos meses. A expectativa é de que o crescimento do e-commerce seja maior no segundo semestre potencializado, principalmente, pela Black Friday e Natal”, comentou o COO da Ebit, André Dias.

A estimativa de vendas até o final do ano se mantém de acordo com o previsto pela Ebit no começo de 2016. O faturamento deverá totalizar R$ 44,6 bilhões, um crescimento nominal de 8% ante 2015. O número de pedidos poderá chegar a 106,5 milhões, próximo ao apresentado no ano passado.

estimativa crescimento faturamento ecommerce 2016 ebit

O ciclo de compra na Internet

Em pesquisa especial da Ebit realizada com 7.809 consumidores, entre 3 de junho e 11 de julho de 2016, sobre o ciclo de compra na Internet, uma pergunta abordava quais produtos foram comprados no e-commerce nos últimos três meses. Celular/smartphone foi o campeão, com 26% da preferência, seguido por Moda Feminina/Acessórios (19%), Moda Masculina/Acessórios (15%), Perfume (12%) e Esporte e Lazer (11%).

Analisando o item líder em vendas, verificou-se que em média as pessoas demoram 16 dias para tomar a decisão de adquirir um celular/smartphone. Dos consumidores que procuram este produto, 37% já buscam informações apenas na Internet antes de fazer a compra e apenas 3% não pesquisaram em nenhum canal.

“Cada vez mais estamos vendo uma migração do consumo do varejo físico para o virtual. Isso porque as compras online podem ser mais planejadas, pois possibilitam que o consumidor compare mais facilmente produtos e preços em diversas lojas, antes de fechar seu pedido. E isso lhe garante mais economia e satisfação”, assinala Guasti.

Questionados sobre os fatores de indução de compra, ainda no caso desse produto de preferência, os respondentes indicaram preço (57%), qualidade (50%) e frete grátis (23%) como os que mais levam em consideração no momento de decisão.

Em relação ao NPS® (Net Promoter Score®), indicador que mede a satisfação e fidelização do cliente, pode-se perceber uma evolução gradativa nos últimos meses. Uma das causas foi a queda no volume de atraso na entrega, de 8,6% para 7,7% dos pedidos. Se em dezembro do ano passado o índice sofreu uma queda, logo houve uma retomada, saindo de 59,7% naquele mês, alcançando 61,6% em março e chegando a 64,4%, em junho deste ano.

Pesquisa com FecomercioSP

O Estado de São Paulo é o que tem maior faturamento no comércio eletrônico no Brasil. E no primeiro trimestre de 2016 atingiu R$ 3,6 bilhões, segundo pesquisa da FecomercioSP em parceria com a Ebit para o relatório WebShoppers.

A quantia representa, porém, uma queda real de 7,4% na comparação com os R$ 3,9 bilhões registrados no mesmo período de 2015. A região Sudeste é também a mais forte em participação nas vendas (Ebit), detendo no primeiro semestre 64,5% do todo.

Apesar da retração no início do ano, a perspectiva pelas entidades é de melhora nas vendas do varejo geral no segundo semestre, com a retomada dos investimentos e reaquecimento da economia e, por consequência, maior confiança também do consumidor. Datas como Black Friday e Natal também deverão colaborar com um melhor desempenho do setor, fazendo com que 2016 termine melhor do que começou.

Índice FIPE/Buscapé detecta alta menor devido ao câmbio

No primeiro semestre de 2016, a alta dos preços no varejo continuou a atingir também o comércio eletrônico brasileiro.

No entanto, a variação acumulada positiva de 2,83% registrada pelo Índice FIPE/Buscapé foi menor que a apontada no mesmo período do ano anterior, de 3,73%. Muito por conta da menor pressão do câmbio sobre os preços dos produtos e componentes importados, que têm grande peso no setor.

Apoiadores do WebShoppers

O WebShoppers conta nesta 34ª edição com o apoio premium da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), além da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), E-Commerce Brasil, IAB Brasil, Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), e Mobile Market Association (MMA) para a divulgação dos dados apresentados para o mercado.

Para ter acesso ao relatório completo, basta acessar o site da Ebit e fazer o download gratuito, a partir do dia 2 de setembro em www.ebit.com.br/webshoppers.

Fonte:
https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/34o-webshoppers-e-commerce-cresceu-52-no-primeiro-semestre-de-2016-diz-e-bit/