Atendimento por Chatbots, você já pensou nisso?

Há cerca de duas semanas, comprei um notebook de uma marca conhecida no mercado e, para minha surpresa, ele simplesmente parou de funcionar. A tela travou na inicialização e não saiu disso por nada. Muito aborrecido, liguei para o suporte técnico e, passado uns 40 minutos na espera, enfim fui atendido para descobrir que a solução era embalar meu notebook e mandar para a fábrica para conserto. Pior de tudo: esta solução foi passada sem nenhum passo a passo comigo para entender melhor o problema e buscar uma resolução na linha.

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Surge a indústria dos “Hackathons”.

Cada vez mais vejo iniciativas de empresas em criar eventos de tecnologia “Hackathons” com o objetivo de aproximar talentos, ideias e soluções que possam evoluir o produto/ serviço que fornecem (AMBEV, IBM, FIESP, Telefonica e entre outras diversas marcas exploraram essa possibilidade e abraçaram de uma maneira coesa) e até ai tudo bem.

Porém, de uns tempos pra cá, vi esse caminho se tornar uma grande oportunidade de exploração de ideias e profissionais, que além de pagar para participar desses eventos, são reféns de regras absurdas que vão desde ceder todos os códigos produzidos sem ônus, até a tomada do direito e exclusividade de 100% ideias ali geradas. Uma verdadeira “cafetinação”.

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